Na biotecnologia os novos métodos e como os
cientistas trabalham arduamente na cura dessas doenças é impressionante, o como
eles conseguem manipular o DNA, e criar fórmulas para melhorar a medicina, e
assim chegar mais perto do conhecimento de vida.
Portfólio de Bioloia
quinta-feira, 2 de agosto de 2012
Conclusão
Medusa van Allen (Miss Sunchine)
Quando nasceu em 19 de março de 1908, Medusa Van Allen, parecia uma criança normal. Mas com o passar do tempo sua mãe começou a achar estranho o fato de seu corpo sempre permanecer como o do dia que tinha nascido. A partir daí ela passou por um calvário à busca de médicos para saber o que a filha tinha. Nunca descobriram qual era a sua doença.

Com a aparência bizarra acabou sendo mais uma atração, "Pequena Miss Sunshine", dos circos Ripley de Ohio, estado onde nasceu e morava. Ela cantava, dublava e recitava poemas.
No final da década de 40, Medusa –este era realmente seu verdadeiro nome– já havia conseguido economizar uma razoável quantia em dinheiro, que utilizou para a contratação de professores particulares, quando aprendeu Economia e resolveu investir nesta área tendo um resultado satisfatório como empreendedora.
Não há registros da data de seu falecimento e ficaram mais perguntas que respostas desta mulher surpreendente. Que doença afinal tinha? Seu relato supõe que teria Osteogénese imperfeita , mas as pessoas que sofrem deste mal geralmente podem sentar e usar cadeira de rodas. Além disso, a foto onde ela aparece no colo da mãe induz que Meduza tinha o corpo todo teso e não mole como diz na carta.
http://www.mdig.com.br/index.php?itemid=7566
No final da década de 40, Medusa –este era realmente seu verdadeiro nome– já havia conseguido economizar uma razoável quantia em dinheiro, que utilizou para a contratação de professores particulares, quando aprendeu Economia e resolveu investir nesta área tendo um resultado satisfatório como empreendedora.
Não há registros da data de seu falecimento e ficaram mais perguntas que respostas desta mulher surpreendente. Que doença afinal tinha? Seu relato supõe que teria Osteogénese imperfeita , mas as pessoas que sofrem deste mal geralmente podem sentar e usar cadeira de rodas. Além disso, a foto onde ela aparece no colo da mãe induz que Meduza tinha o corpo todo teso e não mole como diz na carta.
http://www.mdig.com.br/index.php?itemid=7566
Frank Lentini
Frank Letini:
Frank Lentini (1871-1934) foi um cidadão italiano notório por ter
nascido com três pernas, dois órgãos genitais e um pé no joelho da terceira
perna, vindo então se tornar uma célebre atração de circos do tipo show de aberrações.
Uma foto de Lentini aparece no verso do álbum Alice in Chains, da banda homônima.
Clonagem: Vetores de DNA
Clonagem :
Vetores de DNA
Um vetor é uma molécula de DNA em
que o fragmento de DNA a ser clonado é ligado ao DNA de uma célula.
Um vetor pode, por exemplo, carregar consigo um gene resistente a antibióticos, replicar-se com autonomia, e possuir uma sequência conhecida por endonuclease.
A Criação do DNA Recombinante envolve a união de um
fragmento de DNA a uma molécula maior, utilizando-se uma endonuclease de
restrição e a DNA ligase. A clivagem do DNA com a mesma enzima de restrição
cria extremidades complementares adesivas que são unidas pela ação da DNA
ligase. Desta forma, um fragmento de DNA pode ser inserido em uma molécula
maior, que passa a ser recombinante. Assim, um determinado gene do genoma
humano pode ser inserido no genoma de uma bactéria, por exemplo, e lá ser
amplificado ou mesmo transcrito várias vezes. Os Vetores: Um vetor é uma
molécula de DNA à qual o fragmento de DNA a ser clonado está ligado. Os
principais vetores utilizados são plasmídeos, e vírus de animais.
Clonagem: Terapia gênica
Terapia genética ou Geneterapia é a inserção de genes nas células e tecidos de um indivíduo para o tratamento
de uma doença; em especial, doenças
hereditárias. A terapia genética visa a suplementar com alelos funcionais
aqueles que são defeituosos. Embora a tecnologia ainda esteja em seu estágio
inicial, tem sido usada com algum sucesso.
Processo básico
Na maioria dos estudos a respeito de terapia
genética, um gene "normal" é inserido no genoma para substituir um
gene "anômalo" causador de doença. Uma molécula transportadora,
chamada vetor, precisa ser usada para se enviar o gene terapêutico para as
células-alvo do paciente. Atualmente, o vetor mais comum é um vírus que foi
geneticamente alterado para transportar DNA humano normal. Vírus evoluíram de
forma a encapsular e transportar seus genes para células humanas, causando
doenças. Cientistas tentaram aproveitar essa capacidade e manipular o genoma
dos vírus, removendo os genes causadores de doença e inserindo genes
terapêuticos.
Células-alvo, tais como células do fígado ou
dos pulmões do paciente, são infectadas com o vetor. O vetor, então,
descarrega seu material genético, contendo o gene terapêutico humano, na
célula-alvo. A produção de proteínas funcionais pelos genes terapêuticos
restauram as células-alvo a um estado de normalidade.
Tipos de terapia genética
Teoricamente é possível transformar tanto células
somáticas (a maior parte de células do corpo) quanto células
germinativas (espermatozoides, óvulos, e suas células-tronco precursoras).
Todas as terapias genéticas realizadas até agora em humanos foram dirigidas a
células somáticas, enquanto a engenharia de células germinativas continua
altamente controversa. Para que os genes introduzidos sejam transmitidos
normalmente para a descendência, é necessário não apenas que sejam inseridos na
célula, mas também que sejam incorporadas aos cromossomos por recombinação
genética.
A terapia genética com genes somáticos pode ser
dividida em duas grandes categorias: ex vivo (em que as
células são modificadas fora do corpo e, então, transplantadas novamente para o
paciente) e in vivo (em que os genes são modificados nas
células ainda dentro do corpo). Abordagens in vivo baseadas em recombinação são
especialmente incomuns .
Métodos da terapia gênica
Existe uma variedade de métodos diferentes para
substituir ou reparar os genes focados na terapia genética.
· Um gene normal pode ser inserido num local não específico no genoma para
substituir um gene problemático. Essa abordagem é a mais comum.
· O gene anômalo pode ser reparado por meio de mutação reversa seletiva,
que devolve ao gene suas funções normais.
· A regulação (o grau em que um gene está ativo ou inativo) de um gene em
particular pode ser alterada.
Desenvolvimentos recentes na terapia génica
O cientista nos institutos nacionais da saúde
(Bethesda, MD) tratou com sucesso o melanoma metastatico em dois pacientes
usando células T assassinas que foram reprogramadas geneticamente para atacar
as células cancerosas. Este estudo constitui a primeira demonstração que a
terapia genica pode ser eficaz em tratar o câncer. Os resultados do estudo
foram submetidos para a publicação.
Em maio 2006 uma equipe dos cientistas conduziu
pelo afastamento cilindro/rolo. Luigi Naldini e Brian bronzeiam do instituto do
San Raffaele Telethon para a terapia do Gene (HSR-TIGET) em Milan, Italy
relatou uma descoberta para a terapia do gene em que desenvolveram uma maneira
impedir que o sistema imune rejeite um gene recentemente entregado. Similar ao
transplante do órgão, terapia do gene foi flagelado pelo problema da rejeição
imune. Assim distante, a entrega do gene “bom” foi difícil porque o sytem imune
não reconhece o gene novo e não rejeita as pilhas que carregam o. Para superar
este problema, o grupo de HSR-TIGET utilizou uma rede recentemente descoberta
dos genes regulados pelas moléculas sabidas como microRNAs. Dr. O grupo de
Naldini raciocinou que poderiam usar esta função natural do microRNA desligar
seletivamente a identidade de seu gene therapeutic nas pilhas do sistema imune
e impedir que o gene esteja encontrado e destruir. Os investigadores injetaram
ratos com o gene que contem uma seqüência do alvo do microRNA da imune-pilha, e
espectacularmente, os ratos não rejeitaram o gene, como ocorrido previamente
quando os vetores sem a seqüência do alvo do microRNA foram usados. Este
trabalho terá implicações importantes para o tratamento do hemophilia e de
outras doenças genetic pela terapia do gene.
Em março 2006 um grupo internacional dos cientistas
anunciou o uso bem sucedido da terapia do gene tratar dois pacientes do adulto
para uma doença que afeta pilhas myeloid. O estudo, publicado na medicina da
natureza, é acreditado para ser o primeiro para mostrar que a terapia do gene
pode curar doenças do sistema myeloid
A universidade de Califórnia, Los Angeles, equipe
de pesquisa começa genes no cérebro usando os liposomes revestidos em um
polímero chamado glicol de polietileno (PEG). Transferência dos genes no
cérebro é uma realização significativa porque os vetores viral são demasiado
grandes começar através “da barreira blood-brain.” Este método tem o potencial
para tratar a doença de Parkinson. Veja Os genes da capa interna deslizam no
cérebro em NewScientist.com (março 20, 2003).
A interferência ou o gene do RNA que silenciam
podem ser uma maneira nova tratar Huntington. As partes curtas de RNAs
double-stranded do RNA (curto, interferir ou de siRNAs) são usadas por pilhas
degradar o RNA de uma seqüência particular. Se um siRNA for projetado combinar
o RNA copí de um gene defeituoso, a seguir o produto anormal da proteína desse
gene não estará produzido. Veja A terapia do Gene pode desligar Huntington em
NewScientist.com (março 13, 2003).
A aproximação nova da terapia do gene repara erros
no RNA do mensageiro derivado dos genes defeituosos. A técnica tem o potencial
tratar o thalassaemia do disorder do sangue, o fibrosis cystic, e alguns
cancers. Veja A terapia Subtle do gene tackles o disorder do sangue em
NewScientist.com (outubro 11, 2002).
Os investigadores na universidade ocidental da
reserva do caso e no Therapeutics de Copernicus podem criar liposomes que
minúsculos 25 nanômetros através dessa lata carregam o DNA therapeutic através
dos pores na membrana nuclear. Veja Terapia do gene do impulso dos nanoballs do
DNA em NewScientist.com (maio 12, 2002).
A pilha do Sickle é tratada com sucesso nos ratos.
Veja A terapia Murine do Gene corrige sintomas da doença da pilha do Sickle
março de 18, 2002, introdução do cientista.
O sucesso de uma experimentação do multi-center para
tratar crianças com o SCID (deficiência ou da “doença imune combinada severa do
menino bolha”) prendeu de 2000 e de 2002 foi questionado quando
duas das dez crianças tratadas no centro de Paris da experimentação
desenvolveram a leukemia-como a circunstância. As experimentações clínicas
foram paradas temporariamente em 2002, mas recomeçadas após a revisão
regulatory do protocolo nos Estados Unidos, no Reino Unido, em France, em
Italy, e em Germany. (V. Cavazzana-Calvo, Thrasher e Mavilio 2004; veja também 'Experimentação
da terapia do gene de Miracle parada em NewScientist.com, outubro em 3, 2002).
Problemas e éticas
Para a segurança da terapia do gene, Barreira de
Weismann é fundamental em pensar atual. Soma--germline ao gabarito deve
conseqüentemente ser impossível. Entretanto, há umas indicações que a barreira
de Weissman pode ser rompida. O one-way que se pôde possivelmente romper é se o
tratamento for aplicado mal de algum modo e para espalhar aos testes e
consequentemente infecta o germline de encontro às intenções da terapia.
promessa grande para o desenvolvimento “de terapias
do gene da bala mágica ".
Alguns dos problemas que a terapia genética inclui:
Curta vida natural da terapia genética – Antes da terapia genética poder tornar-se uma cura permanente
para qualquer condição, o DNA terapêutico introduzido dentro das células alvo
deve ficar funcionando e as células contendo DNA terapêutico deve ser de longa
vida e estável. Problemas com a integração do DNA terapêutico dentro do genoma
e a rápida divisão natural da muitas células previne a terapia genética de
completar seus termos benéficos. Pacientes terão de ser submetidos a terapia
genética inúmeras vezes.
Desordem de vários genes – Condições ou distúrbios que surgem a partir de mutações em um
único gene são os melhores candidatos para a terapia genética. Infelizmente,
alguns dos distúrbios que ocorrem mais comumente, tais como doença cardíaca,
pressão arterial elevada, a doença de Alzheimer, artrite, e diabetes, são
causados por variações dos efeitos combinados de muitos genes. Distúrbios de
vários genes como esses, seriam especialmente difíceis de tratar eficazmente
usando terapia genética.
Possibilidade de induzir um tumor - Se o DNA é integrado no lugar errado, no genoma, por exemplo, em
um gene supressor tumoral, poderia induzir um tumor.
Clonagem: Aplicações da clonagem
POSSÍVEIS APLICAÇÕES DA CLONAGEM
DE ANIMAIS
Até agora a única forma de produzir gado geneticamente modificado era
através de um processo designado por "injecção pronuclear". Este
procedimento involve a injecção de 200 a 300 cópias do gene modificado no ovo
recentemente fertilizado, e a sua implantação no útero de uma fêmea da mesma
espécie. No entanto, apenas 2 a 3 % dos animais nascidos são transgénicos (ou
seja, portadores do gene modificado, de modo a poder transmiti-lo à
descendência) . Destes 2 a 3% apenas alguns expressam fenotipicamente a alteração
genética introduzida.
A técnica de transferência nuclear que permite produzir animais a partir
de células desenvolvidas em meios de cultura, constitui uma alternativa para a
produção de gado transgénico. Além disso, a capacidade de manipular muitos milhões
de células ao mesmo tempo abre a possibilidade a muitas mais modificações
genéticas específicas, incluindo a delecção ou substituição de genes
específicos, ou a introdução de alterações no código genético responsável por
doenças genéticas.
Onde poderá então ser aplicada esta nova técnica?
# exploração pecuária - o desenvolvimento desta nova técnica poderá tornar possível a clonagem
do gado mais produtivo, em substituição do que se faz actualmente com o sémen.
# aplicações na
medicina :
a) produção de proteínas humanas com fins terapeuticos-gado com
alterações genéticas já é utilizado para a produção de proteínas humanas no
leite ; a transferência nuclear proporcionará um meio mais eficaz de obtenção
de naimais geneticamente modificados;
b) "xenotransplantation" - actualmente já se recorre à
produção de porcos com proteínas humanas que revestem os seus orgãos, de modo a
evitar a imediata rejeição dos orgãos transplantados; no futuro, a transferência
nuclear aumentará as chances de sucesso, porque permitirá a produção de porcos,
em que as proteínas responsáveis pela rejeição sejam retiradas e substituídas
pelas humanas;
c) nutrição - o leite de vaca é ideal para as crianças, mas não para os
bebés prematuros; a transferência nuclear permitirá a produção de leite em que
as proteínas da vaca"normal" foram substituídas por proteínas
humanas, deste modo melhorará a qualidade nutricional destes consumidores
"especiais";
d) cobaias - a transferência nuclear aumentará o leque de espécies com a
modificação genética pretendida, o que permitirá obter melhores modelos para
testar tratamentos de doenças humanas;
e) terapia celular - o facto de a Dolly ter sido clonada a partir de uma
célula retirada de um adulto, mostra que mesmo as células diferenciadas podem
ser "reprogramadas" em todos os tipos de células; quando conhecermos
mais acerca deste procedimento, poderemos perspectivar o uso das células do
próprio doente para o tratamento de doenças, tais como leucemia e doença de
Parkinson.
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